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Entrevista em 17 de setembro de 2010.
Vamos lá, novamente, à 'tradução' do posicionamento público da Reitora da Ufac:
Ponto UM: De fato, a quantidade de reuniões do Conselho Universitário (CONSU) na gestão da professora Olinda (um ano e meio) é muito superior à gestão do professor Jonas Filho (oito anos). Lembremos, no entanto, que a professora Olinda foi vice-reitora durante os últimos quatro anos do mandato do professor Jonas e esteve acompanhando todo o processo de desmonte das instâncias colegiadas dentro da Ufac bem de perto. Além do mais, quantidade de reuniões não significa necessariamente qualidade de debate ou nas deliberações dentro do âmbito do CONSU. Democratização do debate e o salto qualitativo que queremos talvez comece agora com a nova composição do conselho (detalhe, até o momento o 'novo' conselho não foi empossado, por que? não sabemos), que inclui a participação proporcional, conforme a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), dos estudantes, técnicos-administrativos e membros da sociedade civil organizada. Por fim, sabemos (e o Ministério Público Federal no Acre também) que a administração da Reitora Olinda NÃO TEM RESPEITADO AS INSTÂNCIAS COLEGIADAS na Ufac, à exemplo do Centro de Educação, Letras e Artes, de modo que: como é possível a professora dizer que não tem decido nada sozinha? Decisões oriundas do próprio CONSU, como ela mesmo diz "[existe] um número de resoluções que foram discutidas e aprovadas no Conselho", mas que até hoje esperam por ela para serem encaminhadas e nada... Isso professora, é ir de encontro a legalidade institucional. De que adianta discutir e aprovar se a administração superior desconhece a legalidade institucional? Aliás, vocês sabem que temos um Estatuto da Ufac novo (que voltou a ser reformulado) e um Regimento Interno antigo? É a barbárie total. As contradições entre os artigos de ambos os documentos são infinitas. A discussão do Regimento Interno, como bem frisou o Alan Rick, "foi deixado de lado" e não foi encaminhado na gestão da professora Olinda enquanto vice-reitora do professor Jonas.
Ponto DOIS: O CONCURSO!!! Pois é galera, VAI HAVER CONCURSO DE PROFESSORES EFETIVOS PARA A UFAC!! Não há como negar que isso é vitória de nosso movimento, pois a ladainha de que porque é ano eleitoral foi rapidamente modificada. Além dos mais de dez professores que foram chamados com urgência para se apresentarem na Ufac (sem contar com os substitutos), vai haver concurso para professor efetivo para a Ufac!!! A professora disse que pode re-editar o último concurso para preencher as vagas que não foram preenchidas. A pergunta é: por que isso não foi feito antes??? Porque a Prograd (Pró-reitoria de Graduação) interpretou a data limite para contratação de maneira equivocada!!! Agora, como é que se interpreta a data de maneira equivocada? Desde março de 2010 se sabia da Portaria do Mec que autorizava as vagas, mas somente após os infinitos questionamentos estudantis é que a Prograd atentou para a data correta de publicação de edital de concurso, cuja data limite, segundo a Administração era dia 16 de setembro, mas já mudou para o dia 22 de setembro. Patuscada é pouco hein minha gente... "eles atentaram para isso em cima da hora...", diz reitora.
Ponto TRÊS: "Tínhamos eliminado os substitutos, voltamos com os substitutos", afinal professores substitutos são ou não são necessários? Segundo a penúltima entrevista da professora "sim"! E por que "eliminaram" os substitutos? E agora eles 'voltam do além' para contemplar áreas descobertas? Definitivamente, não há planejamento na Ufac. A política é do imediatismo: "quebrou, conserta". Qualquer aluno de licenciatura sabe que é preciso PLANEJAR antes de dar aula e não chegar simplesmente na hora e improvisar, "dar jeitinhos".
Ponto QUATRO e ÚLTIMO: Lá vem ela novamente querendo 'enxugar' carga horária dos cursos com base na falta de professores e não com base na melhoria do ensino. Fiquem ligados que vai vir reformulação de curso "enxugando carga horária" de todo lado agora...
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