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| Foto: Ascom/MPF-AC |
Amanhã, dia 09 de setembro, um grupo de alunos representantes do Movimento por uma outra Ufac irá, à convite do Ministério Público Federal no Acre, participar de uma reunião que visa esclarecer os pontos problemáticos levantados pelos estudantes sobre a grande falta de professores nas salas de aula, e as precárias condições de ensino da instituição. Na última quinta-feira (02 de agosto), alguns alunos prestaram depoimento junto ao MPF, após a manifestação na frente da Ufac. O motivo deveu-se às constantes ameaças por parte do Pró-reitor de Graduação da Ufac de acionar a polícia federal para "conter" os estudantes em situação de manifestação. A entrada da Universidade sempre foi palco de manifestações políticas, seja de alunos, técnicos ou professores, e não se tem notícia, em toda a história da Universidade Federal do Acre, nem mesmo no período da ditadura, de que algum administrador tenha arbitrariamente e autoritariamente atentado contra os direitos constitucionais de manifestação, acionando a polícia. Será a primeira vez que alguém irá preso por exigir mais professores em sala de aula.
A reunião no MPF não ocorrerá apenas com estudantes, mas também com alguns professores do Centro de Educação, Letras e Artes da universidade, que há algumas semanas entraram com uma representação contra Administração Superior devido aos constantes aviltes às decisões dessa instância colegiada, bem como ao Estatuto da Ufac. Segundo os professores do referido Centro, através da Pró-reitoria de Graduação, os "mandos e desmandos adminstrativos" têm prejudicado o andamento de suas atividades, principalmente no que diz respeito à contratação de professores.
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